A cor da pele ainda é motivo de preconceito, PM confunde guarda-chuva com fuzil e mata garçom no Rio

O garçom Rodrigo Alexandre da Silva Serrano esperava a família chegar quando levou três tiros 
A cor da pele ainda é motivo de preconceito, PM confunde guarda-chuva com fuzil e mata garçom no Rio
Foto: Reprodução / Rodrigo Alexandre da Silva Serrano e a esposa

Chovia muito no Rio de janeiro, no início da noite desta segunda-feira (17/09/2018), quando Rodrigo Alexandre da Silva Serrano de 26 anos, Morador da favela Chapéu Mangueira, na zona sul saiu de casa para espera a esposa e os filhos com um guarda-chuva preto, um celular, um “canguru” (aquela espécie de suporte para carregar crianças) e as chaves de casa.

Rodrigo estava próximo ao ‘bar do David’, por volta das 19h:30, quando três disparos, na sequência o atingiu.

Segundo moradores, policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da comunidade teriam atirado em Rodrigo por ter confundido seu guarda-chuva com um fuzil e por causa da cor de sua pele.

Rodrigo Alexandre era casado há sete anos, tinha dois filhos, um de quatro anos e outro de 10 meses, e trabalhava como vigia em um bar em Ipanema, também zona sul do Rio.

Fonte: El pais

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.